nadar

imerso na volúpia,

é mais um a caminhar na sarjeta,

indigente.

buscando, na luxúria,

este amor fulgente,

De estórias.

de onde muitos partiram

sem glórias.

inconcebível e

de débil procura.

há de garantir

à mil homens, loucura.

 

de sagas, odisseias vorazes,

a jornada intransferível

de uma vida por se findar.

 

o nada, o existir,

o se afogar.

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vão

minhas emoções,
de efemeridade precoce,
são o cigarro que trago até o filtro,
em inútil prolongamento.

em meu hedonismo,
sinto perde-me ao céu,
sem devoções.
alimentando, futilmente, emoções estéreis,
de egoísmo fecundo,
sou coração raso,
em peito fundo.