La Terre de la Solitude

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Em terras banhadas de ilusões.
Onde felicidade não se via.
Onde o álcool camufla,
O que o fumo não alivia.

Diante do peso de ser humano.
E do pudor de mostrar-me um.
De medo, me privo,
Em terras mortas,
De ser dado como vivo.

Tenho a aflição de ser poeta,
Onde poesia não é amor.
Onde os versos já vazios
Apenas rimam a dor.

Apenas existindo,
Nessa terra de desventurados,
Na ausência de amor,
a que fomos todos condenados.

Sou a alma que vaga sozinha
Entre 8 bilhões.
Sou matéria que apenas era.
Que jaz, se decompõe.

Sou a juventude
A flor da idade
Que já perdeu pro mundo
Toda sua humanidade.

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Uma opinião sobre “La Terre de la Solitude

  1. tenho a leve impressão de que andaste lendo minha alma, acho que não sou a primeira a elogiar-te, lindo o que você escreveu, vi muita verdade no seu poema, ou meçhor, me vi nele, parabéns.

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