Aquelas paixões de bar

3 da manhã,
Estranhos conversavam com franqueza, naquele bar de esquina.
Embriagados dos pés a cabeça.

Ele falava de paulo coelho,
ela o criticava.
Ele odiava bukowski,
ela amava.

Eram só eles,
no arder daquela paixão,
eram dois corpos,
entrando em combustão.

Foram as horas mais bem gastas,
da vida de Maria e João,
nunca mais se viram,
e nunca mais se verão.

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